Golfinhos no rio Tejo: onde e quando ver cetáceos em Lisboa
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Golfinhos no rio Tejo: onde e quando ver cetáceos em Lisboa

Equipa Lusitana Boat · 18 de junho de 2026

Poucas coisas surpreendem tanto quem anda no rio como ver, de repente, uma barbatana a cortar a água: há golfinhos no Tejo. Não é uma certeza em cada passeio — e é precisamente isso que torna cada avistamento num momento mágico. Neste artigo explicamos o que esperar, onde e quando há mais hipóteses, e como é vê-los a partir de um barco no Tejo.

Há mesmo golfinhos no estuário do Tejo?

Sim. A espécie mais associada à zona é o roaz-corvineiro (golfinho-roaz, Tursiops truncatus) — o mesmo golfinho da conhecida população residente do estuário do Sado, ali ao lado, em Setúbal. No estuário do Tejo, os avistamentos são mais ocasionais: grupos entram a seguir aos cardumes de peixe, sobretudo quando há mais alimento e o rio está mais calmo.

Nos últimos anos, com tráfego marítimo mais reduzido em certos períodos, os avistamentos no Tejo tornaram-se notícia mais vezes — sinal de um estuário cada vez mais vivo.

O que se pode ver no Tejo

  • Golfinhos-roazes — o grande prémio, em pequenos grupos.
  • Aves marinhas e do estuário — garças, corvos-marinhos, gaivotas e, na época, flamingos na zona das salinas.
  • A vida do rio — barcos tradicionais, a luz a mudar sobre a água e a cidade vista de um ângulo que poucos conhecem.

Importante: os golfinhos são animais selvagens e livres. Nunca há garantia de os ver — mas, quando aparecem, ficam para sempre na memória.

Quando há mais hipóteses

Não há uma fórmula exata, mas ajuda:

  • Rio calmo e pouca confusão — manhãs cedo e fins de tarde tendem a ser mais tranquilos. Um passeio de manhã ou ao pôr-do-sol apanha esses momentos.
  • Maré e alimento — os golfinhos seguem o peixe; períodos de maior atividade no estuário aumentam as hipóteses.
  • Tempo no rio — quanto mais tempo a bordo, maior a probabilidade. Um passeio com paragem para banho dá-te horas no estuário.

Como é vê-los de barco

A bordo de um catamarã estável e silencioso, o avistamento é tranquilo e respeitador: abrandamos, mantemos a distância e deixamos os golfinhos vir (ou não) — sem os perseguir. É a forma certa de partilhar o rio com eles.

E mesmo nos dias em que não aparecem, fica tudo o resto: Lisboa vista da água, a Ponte 25 de Abril, Belém e o Cristo Rei, a melhor luz do dia e o sossego de estar no meio do Tejo.

Vê o Tejo (e talvez os golfinhos) connosco

Na Lusitana, navegamos o estuário num charter privado — só para o teu grupo, ao teu ritmo. Se os golfinhos aparecerem, paramos para apreciar. Se não, a viagem compensa na mesma.

Planeia o teu passeio no rio Tejo e fica atento à água — nunca se sabe quando uma barbatana decide aparecer. Fala connosco pelo WhatsApp e reserva a tua data.

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